Família. Ah, a família. Devemos sempre cuidar da família. Ter laços de amizade, e não só de obrigação com eles. E é por isso que eu, constantemente vou a casa de meu Tio Chin. Além do que, sempre que vou lá, ele me brinda com suas histórias e seu bom humor. Sempre risonho, Tio Chin relembrou uma de suas passagens de guerra, enquanto comíamos tsampa com sorvete de ricota.
(Sargento alemão) – Fale agora, não tenho tempo para um animal como você.
(Tio Chin) – Oras, mas falar o quê?
- Se burrice gerasse energia, você seria uma usina nuclear.
- Não entendi o que quis dizer, mas obrigado.
- Maldito, já que não quer contribuir... HOMENS, tragam a acetona.
- Não precisa, já fiz a unha hoje.
- Passem nos dentes dele...
- Ahhh...
- Agora, esfreguem o papel alumínio... e façam ele mastigar...
- aarrhh.. eeeu faaaallro.. faaaalo...
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07 fevereiro, 2009
29 maio, 2007
As piores torturas do mundo - 7
Era mais um dia calmo na vida de meu Tio Chin, um dia bem diferente dos que ele teve outrora. Cheguei em sua casa para o chá da tarde e ele me mostrou orgulhoso uma foto sua, ao lado de vários militares inimigos, após conseguir o respeito deles. E ele me contou como conseguiu isso:
— (Sargento inimigo) Nem a Virgem Maria iria te aceitar como filho, seu verme. Diga, como descobriu nossa base.
— (Tio Chin) Nunca, isso comprometeria a segurança de meu batalhão.
— Diga, ou iremos lhe amarrar e dar chicotadas.
— Esqueça, não é me agradando que vão me fazer falar.
— Chega, você já ficou tempo demais sem falar. Homens, tragam os palitos-de-dente.
— Há. Não é um utensílio de restaurante que irá me fazer falar.
— Agora coloquem entre o dente e a gengiva dele, em cima e em baixo. Pronto, podem fechar a boca.
— AAhhahaha ahhahahahhh... euu faaaahhhaallo oooo
— (Sargento inimigo) Nem a Virgem Maria iria te aceitar como filho, seu verme. Diga, como descobriu nossa base.
— (Tio Chin) Nunca, isso comprometeria a segurança de meu batalhão.
— Diga, ou iremos lhe amarrar e dar chicotadas.
— Esqueça, não é me agradando que vão me fazer falar.
— Chega, você já ficou tempo demais sem falar. Homens, tragam os palitos-de-dente.
— Há. Não é um utensílio de restaurante que irá me fazer falar.
— Agora coloquem entre o dente e a gengiva dele, em cima e em baixo. Pronto, podem fechar a boca.
— AAhhahaha ahhahahahhh... euu faaaahhhaallo oooo
03 abril, 2007
As piores torturas do mundo - 6
Existem momentos na vida, que nós sabemos, podem parecer ruins, mas logo estaremos rindo deles. Meu Tio Chin, preso de ponta cabeça, acima de espetos de bambu, sabia que aquele era um momento que faria ele rir muito quando se lembrasse no futuro. Hoje, quando fui visitá-lo, ele estava relembrando, entre uma colherada de tsampa e outra, o momento em que o Tenente-Coronel Coreano veio ter com ele:
- (Tenente-Coronel) Diga prisioneiro, quando chega o próximo carregamento de armas?
- (Tio Chin) Não sei do que está falando, não tenho essa informação.
- Eu já vi montes de merda mais espertos que você, prisioneiro. Dê logo a informação.
- Nada me fará falar.
- Soldado, traga o bambu.
- Ora, eu já conheço essa piada, e isso não vai me fazer falar.
- Isso, agora coloque dentro da boca dele.
- Nem que vocês colocassem onde eu estava pensando, não falaria. Quanto mais na boca.
- Agora tire o pano da ponta e deixe as abelhas entrarem na garganta dele.
- Ahahhaaaaa..... eeeuuaaaaahh.. aaafaloaaaaaaahhh....
- (Tenente-Coronel) Diga prisioneiro, quando chega o próximo carregamento de armas?
- (Tio Chin) Não sei do que está falando, não tenho essa informação.
- Eu já vi montes de merda mais espertos que você, prisioneiro. Dê logo a informação.
- Nada me fará falar.
- Soldado, traga o bambu.
- Ora, eu já conheço essa piada, e isso não vai me fazer falar.
- Isso, agora coloque dentro da boca dele.
- Nem que vocês colocassem onde eu estava pensando, não falaria. Quanto mais na boca.
- Agora tire o pano da ponta e deixe as abelhas entrarem na garganta dele.
- Ahahhaaaaa..... eeeuuaaaaahh.. aaafaloaaaaaaahhh....
02 agosto, 2006
As piores torturas do mundo - 5
Quantas vezes, queria eu ficar de férias só para poder ir à casa de meu Tio Chin, e lá ouvir as maiores histórias sobre o passado desse homem grandioso. Um passado, é verdade, que nem sempre sorriu para ele. Mas meu Tio Chin, sempre sorriu para as adversidades que a vida lhe impôs.
Certa vez, enquanto comíamos tsampa bebericando chá, ele me contou essa passagem que viveu no Vietnã.
(Tenente Americano) – Seu vietcongue de merda. Confesse que matou nossos soldados.
(Tio Chin) – Eu não sou vietcongue.
- Mas de que tipo de esterco você é feito? A melhor parte de você foi jogada no lixo como placenta, prisioneiro.
- Sou um prisioneiro de guerra e exijo tratamento digno.
- Agora você vai ver como eu trato quem mata meus soldados. Soldado, traga o cano de pvc e enfie na boca dele. Bem fundo.
- Oras, mas não é um simples cano que irá me fazer confessar algo que não fiz.
- Pronto. Agora, soltem o rato de esgoto no cano. Vamos ver se ele não fala enquanto sente o estômago ser cortado e o ácido digerir seus próprios órgãos.
- Ahhhh... mmeeu ddee .. ... uusss
Certa vez, enquanto comíamos tsampa bebericando chá, ele me contou essa passagem que viveu no Vietnã.
(Tenente Americano) – Seu vietcongue de merda. Confesse que matou nossos soldados.
(Tio Chin) – Eu não sou vietcongue.
- Mas de que tipo de esterco você é feito? A melhor parte de você foi jogada no lixo como placenta, prisioneiro.
- Sou um prisioneiro de guerra e exijo tratamento digno.
- Agora você vai ver como eu trato quem mata meus soldados. Soldado, traga o cano de pvc e enfie na boca dele. Bem fundo.
- Oras, mas não é um simples cano que irá me fazer confessar algo que não fiz.
- Pronto. Agora, soltem o rato de esgoto no cano. Vamos ver se ele não fala enquanto sente o estômago ser cortado e o ácido digerir seus próprios órgãos.
- Ahhhh... mmeeu ddee .. ... uusss
19 maio, 2006
As piores torturas do mundo - 4
Ah, meu grande tio Chin, quantas histórias hilárias ele nos conta a respeito das guerras que participou. Ontem mesmo, ele estava com um sorriso de soslaio no rosto, relembrando o dia em que foi capturado pelos ingleses, e da conversa que teve com o capitão deles:
- (Capitão inglês) Fale logo a composição do gás SF-2.
- (Tio Chin) Nunca, não trairei a pesquisa de meus companheiros cientistas.
- Ora, mas você deve ser nascido no dia de São Caralho...
- Esse gás deve ajudar a humanidade, e não ter fins beligerantes.
- Homens, tragam o fio desencapado...
- Não é um fio que vai me fazer falar...
- Pronto, abram a boca, furem o freio da língua dele e amarrem o fio. Podem ligar na tomada.
- Ahhh.... euuu.....faaaal....aalloo....
- (Capitão inglês) Fale logo a composição do gás SF-2.
- (Tio Chin) Nunca, não trairei a pesquisa de meus companheiros cientistas.
- Ora, mas você deve ser nascido no dia de São Caralho...
- Esse gás deve ajudar a humanidade, e não ter fins beligerantes.
- Homens, tragam o fio desencapado...
- Não é um fio que vai me fazer falar...
- Pronto, abram a boca, furem o freio da língua dele e amarrem o fio. Podem ligar na tomada.
- Ahhh.... euuu.....faaaal....aalloo....
05 maio, 2006
As piores torturas do mundo - 3
Meu tio Chin, ao chegar ao Brasil pronto para fazer fortuna com pastéis, não imaginava que continuaria a sofrer com torturas cruéis. Ele, adorador de carros e de tuning, tinha um Lancer todo equipado, que era o xodó dele. Um dia, sofreu um seqüestro relâmpago e os bandidos estavam com ele no carro, quando:
- (Meliante) Ai... vô cume uma laranja... (começa a descascar, com uma faca grande de açougueiro)
- (Tio Chin) Pô meu, você está sujando o carro.
- Aí barão, fica na miúda que eu tô afim de uma laranja.
- Cara, você está molhando todo estofamento.
- Aí playba, perdeu...
O meliante, sem dó, descascou meu tio...
- (Meliante) Ai... vô cume uma laranja... (começa a descascar, com uma faca grande de açougueiro)
- (Tio Chin) Pô meu, você está sujando o carro.
- Aí barão, fica na miúda que eu tô afim de uma laranja.
- Cara, você está molhando todo estofamento.
- Aí playba, perdeu...
O meliante, sem dó, descascou meu tio...
27 abril, 2006
As piores torturas do mundo - 2
Meu Tio Chin foi um homem muito sofrido. Hoje, vendendo pastéis deliciosos na praia, tem uma vida mais tranqüila. Mas quem olha aquele homem, não sabe das atrocidades que as guerras cravaram em sua memória, como naquele fatídico dia:
- (Tenente Russo) Vamos saco de esterco com pernas, diga quem é o Comandante de seu batalhão!
- (Tio Chin) Sou um prisioneiro de guerra, e nunca trairei meus aliados.
- Homens, tragam a lixa de unha.
- Não é uma simples lixa de unha que vai me fazer falar!!!
- Agora abram bem a boca dele e segurem aberta...
- humpf...hump
- Agora lixem a campainha dele...
- e...uu ...haa...loo....fa...llooo....eeu...faa....grrr.....loooo
- (Tenente Russo) Vamos saco de esterco com pernas, diga quem é o Comandante de seu batalhão!
- (Tio Chin) Sou um prisioneiro de guerra, e nunca trairei meus aliados.
- Homens, tragam a lixa de unha.
- Não é uma simples lixa de unha que vai me fazer falar!!!
- Agora abram bem a boca dele e segurem aberta...
- humpf...hump
- Agora lixem a campainha dele...
- e...uu ...haa...loo....fa...llooo....eeu...faa....grrr.....loooo
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